Proposta do SIPE reunião com o MECI dia 2 de março

Reunião negocial a realizar no próximo dia 2 de março, nas instalações do Ministério da Educação, Ciência e Inovação.

 

Ordem de Trabalhos:

Ponto Único – sequência da negociação  “Habilitação para a docência, recrutamento e admissão”, de acordo com alínea b) do n.º 1 do Artigo 2.º do Protocolo negocial.

 

Proposta do SIPE

Fim da Precariedade e Concursos Transparentes

 

O SIPE reafirma a sua posição inabalável na defesa de um Concurso Nacional Centralizado, baseado na graduação profissional, como o único critério justo de seleção.


Para o sindicato, é imperativo que a todos os postos de trabalho correspondentes a necessidades permanentes das escolas seja associado um contrato por tempo indeterminado, eliminando a precariedade sucessiva que afeta a classe.

“A manutenção de um horário letivo por dois anos consecutivos deve dar lugar obrigatório à abertura de vaga no quadro”, defende a Júlia Azevedo, presidente do SIPE.

 

Defesa da Qualificação Profissional
Face à escassez de docentes, o SIPE aceita o recurso excecional a candidatos com formação apenas científica, mas exige que esta medida seja transitória, subsidiária e limitada no tempo. O sindicato propõe que a Administração Pública assuma o ónus da formação pedagógica destes profissionais, garantindo o apoio necessário para a sua plena integração.

 

Separação entre Período Experimental e Indução
O sindicato manifesta-se contra a proposta do Ministério que confunde o período experimental com a indução profissional.

O SIPE exige uma separação clara: a indução deve ser um processo de apoio e mentorado, enquanto o período experimental não deve servir de pretexto para o despedimento imediato. A proposta sindical prevê o direito à repetição do período de prova com um plano de formação adequado em caso de avaliação negativa.

 

Humanização da Carreira
A proposta inovadora do SIPE inclui ainda o direito à reabilitação e adaptação funcional.

O sindicato defende que, em situações de alteração de saúde física ou psíquica, o docente deve ter direito ao ajustamento das suas funções ou do posto de trabalho, em respeito pela segurança e dignidade profissional.


Para Júlia Azevedo, Presidente do SIPE, “esta revisão deve ser feita em paralelo com a revisão dos diplomas de concursos e habilitações, garantindo que a modernização da carreira não resulte na fragilização dos direitos ou na diminuição da exigência científica e pedagógica”.

 

Consulta a Proposta do SIPE

 

Todos Unidos Conseguimos.